quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Capítulo 3 - Tudo que vai volta.


- Eu só perguntei, não precisava ser grossa. - disse caminhando em direção ao ponto de onibus.
- Você não quer carona? - Ray gritou.
- Não, eu vou sozinha pra casa. - disse fingindo fazer bira.
Ray percebeu meu tom de voz e ela sabia que eu havia exagerado na bêbida, então ela correu em minha direção e disse:
- Você é tão fraca pra bebida, Marie. - ela deu uma breve gargalhada. - Do geito que você está eu sei que  não vai me deixar te levar pra casa de carro, então eu vou com você até lá.
- Não precisa, é serio, eu to ótima, consigo ir até em casa sozinha. - disse ainda caminhando enquantoRay me acompanhava.
- Não vou discutir com gente bêbada, por isso vamos logo. - ela disse me puxando até o ponto de onibus, então nós sentamos esperando o onibus chegar. Não havia ninguém lá conosco, então começamos a conversar para passar o tempo.
- Então, como você vai pagar o cara se você não tem oito mil doláres? - perguntei.
- Não sei, vou tentar arrumar de algum jeito... - derepente meu celular começou a tocar, era de casa, eu não sabia se era melhor atender ou ignorar. Olhei para Ray e ela peguntou - quem é? - percebendo minha cara de duvida. - É só a minha mãe.
- Você não quer passar essa noite em casa? do jeito que sua mãe é, acredito que ela não vá gostar nada de ver a filha chegando essa hora bêbada em casa. - ela deu uma breve risada.
A mãe de Ray não se importava se ela ficasse a noite toda na rua, se namorasse todos os caras do universo, e minha mãe ser tão rigorossa sempre a fez rir de mim. Então meu celular tocou novamente, desta vez atendi.

- Alô?
- Marie? - Nathan perguntou do outro lado da linha.
- Sim, o que foi Nathan? - disse "Nathan" olhando para Ray.
- O que foi nada, onde você tá garota? já tá tarde,e a mãe e o pai ainda não voltaram.
- Relaxa, vai ver eles também não aproveitaram nossa ausencia, não é? - disse, Ray deu uma risada alta.
- Eu não to brincando Marie, ou você volta agora ou... - interrompi Nathan.
- Ou eu conto pra mãe e pro pai que você levou uma garota pra casa? - dei uma risada ironica. - vai ser um prazer.
Neste momento Ray agarrou o celular da minha mão e o desligou rindo sem parar.
- Eu que bebo e você que fica doidona. - disse.
- Nem bêbada você consegue ser legal, acredite. - falou, dando uma risada forçada.
- Esse onibus não vai chegar nunca? - perguntei irritada.
- Vamos de carro garota. - ela disse me puxando de volta a balada.
- Você não queria ir embora por causa do cara lá?
- Vamos logo, é só agarrar um cara e dai vamos pra casa. - ela disse me soltando e indo em direção a pista.
A badala estava mais cheia do que antes, eu estava sendo empurrada e esmagada como nunca.
- Marie? - derepente uma voz incrivelmente roca chamou pelo meu nome logo atrás de mim, me virei e era Enrique.
- Ai graças a Deus. - o puxei pelo braço indo em direção a saida.
- O que houve? por que voltou? - ele perguntou.
- O onibus tava demorando demais e minha amiga deu a OTIMA ideia de irmos procurar alguém lá dentro para nós levar de carro.
- Esperta ela, depois das 11 horas isso fica cheio, é incrivelmente dificil de se respirar lá dentro. - ele disse dando um sorriso enquanto olhava em meus olhos. - Ér... quer uma carona?
- SERIO?! - disse quase explodindo de felicidade.
- Serio. - ele deu uma risada pela minha reação. - Quem vai buscar sua amiga lá dentro? - ele fez bico e deu uma risada boba.
- Quem estiver olhando pra mim vai. - brinquei. - eu vou lá. - disse caminhando em direção a boate, beleza, agora sou precisava encontrar Ray em meio a várias pessoas. andei com dificuldade até chegar na pista, e lá estava ela junto de um garoto.
- Vamos, encontrei uma pessoa. - disse puxando Ray junto a mim até a pista.

Ela foi sem reclamar, pois sabia que era arricasdo ficar lá.
- Você tá perseguindo minha amiga? - Ray brincou.
- Engraçada sua amiga. - ele disse em um tom ironico.
- Claro que eu sou. - Ray deu uma risada falsa. - É...qual é o seu carro? - perguntou.
- Aquele - ele apontou para uma ferrari vermelha estacionada a poucos mentros distante. - Vamos antes que as mães de vocês fiquem preocupadas crianças. - ele debochou.
- EI! - Ray o encarou séria. - A única mãe que vai ter treco quando ver a filha chegando bêbada de uma boate vai ser a da Marie. - ela disse.
Então fomos em direção até seu carro, ele nós abriu as portas e logo acentiu o banco do motorista.
- Onde as crianças moram? - ele perguntou debochando novamente,e dando uma risada pelo nariz.
- Dá pra parar de nós chamar de crianças? eu tenho decesseis anos. - falei, fazendo careta.
- Viu? Você ainda é um bêbe. - ele disse.
- E você ainda é um idiota. - falei dando uma risada e abrindo o vidro do carro, apoiei meu braço direito na porta e fiquei olhando a rua até chegarmos a casa de Ray.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Capítulo 2 - La La Land

Passando perto de Nathan no corredor percebi seus olhares, parecia surpreso e não era para menos, eu sempre discutia com ele por causa das garotas que lhe rodiavam, mesmo sendo irmã mais nova eu gostava de cuidar dele como se fosse mais velha.


 Logo após a aula de Matematica, de Ciências e de Historia terminarem, chegou a hora do intervalo tão esperando todos os dias. Eu formulava mentalmente uma imagem de James quando saia pro intervalo. Coloquei meus fones de ouvido e me sentei na cantina em uma mesa vazia. No rádio, um barítono de voz empostada cantava uma ária de ópera. Cantores de ópera sempre me lembram minha mãe. Por muito tempo escutei, e ainda hoje escuto, sua voz dizendo: "Se Cris tivesse sobrevivido, com certeza eu não teria que conviver com tantas decepções". Ou: "Se uma mulher previnida vale por duas, você teria que valer por quatro. Pena que na maioria das vezes não valha nem por uma!".

Chris era minha irmã, eu não cheguei a conhece-lá pois ela faleceu antes de mim nascer. Ela não resistiu a uma pneumonia e, faleceu dois dias após o parto. Minha mãe e meu pai sempre foram muito bregas, não evoluiram com o passar dos anos, eles nunca conseguiram esquecer oque aconteceu com Chris, mas eu entendo eles. 
Eu tenho decesseis anos, sou dois anos mais nova que meu irmão Nathan. Eu e ele eramos ladeados por nosso pai, que sempre nos imputava suas decepções.

Depois da prova acabar todos fomos embora, meu irmão pegava carrona com um de seus amigos que já havia um pelo fato de já ser "responsavel" demais. Eu como de custume peguei um onibus com Demetria, Ray ia para casa com qualquer garoto que a levasse de carro, claro.

Quando cheguei em casa tomei um banho quente e longo, coloquei uma blusa curta e uma calça de pijama. Corri até a sala e me joguei no sofá, liguei a TV e coloquei em um canal aleatorio. Estava com fome, não havia comido nada na cantina, então caminhei até a cozinha e procurei por algo como doce, mas nada. Peguei um cereal que estava no armário e voltei para a sala. Logo, Nathan chegou, mas não sozinho, junto dele havia uma garota que eu nunca tinha visto antes, isso porque ela estava com uma camiseta da nossa escola.
- Quem é? - perguntei comendo o cereal.
- Não é legal falar de boca cheia, animal. - Nathan disse.
- Não é legal chamar os outros de animal, animal. Agora posso saber quem é a garota?
- Minha namorada. - ele respondeu, quando eu escutei aquelas palavras eu custi todo meu cereal.
- NAMORADA?
- Posso falar com você um minutinho na cozinha, animal? - ele disse caminhando até a cozinha, e eu o acompanhei encarando a garota que também estava a me encarar.
- Dá pra você ser legal? - ele perguntou.
- Não, não e não. Porque essa garota tá aqui em casa? Se o papai e a mamãe descobrirem... - Nathan me interrompeu.
- Eles não vão, porque ninguém vai contar nada, entendeu irmãnzinha? - ele disse voltando para a sala e subindo as escadas junto da garota.


Eu não estava certa do que eles fariam lá até os gemidos começarem. Nathan nunca havia trassido nenhuma garota pra casa, eu sabia que ele não era mais virgem, só que aqui em casa? Na boa, isso é um pessadelo.

Para minha surpresa alguém bateu na porta, fui atender e era a vizinha, uma velha solitária que vivia batendo na parede sempre que eu estava a ouvir musica alta em meu quarto. Mas para minha não surpresa ela pediu ignorantemente que diminuissem o ritmo ou, fossem para algum motel. Ficaria agradecida se ela mesma fosse falar isso para os dois lá emcima.
Fechei a porta e voltei pro sofá, havia recebido um sms da Ray nos ultimos minutos com a seguinte mensagem:

"To indo pra boate, quer vir junto ou quer tá querendo ser fiel ao seu homem dos sonhos? haha xoxo"

Ray como sempre hilária, eu não era muito de festas, boates e coisa etal, mas eu não queria continuar ali, então respondi o sms de Ray dizendo que passaria na casa dela assim que terminasse de me arrumar. Logo depois ela respondeu ao sms dizendo que passaria pra me pegar com o carro do novo ficante dela.

Corri pro meu quarto e como já havia tomado banho, só precisei me trocar e me maguiar. Cologuei uma blusa branca junto com um colete preto, vesti uma meia-calça junto de uma mini saia preta, encaixei uma bota preta de salta medio no pé, e completei meu look com uma maguiagem escura pra noite. Fiquei esperando no sofá 5 minutos, então Ray chegou e fomos direto para a boate Dervixe.

Na Dervixe Ray ficou com todos os rapazes, fora um que a rejeitou. Ray comentou que o mesmo não tirava os olhos de mim, eu também havia percebido, mas eu não sabia se deveria ir falar com ele. Ray me deu todo o incetivo do mundo, é claro, eram apenas 8 horas da noite e eu estava no bar tentando moderar na bebida, eu ainda não havia dançado nenhuma musica, até porque nenhuma me interresou até o ponto de ir para a pista.
- Não vai dançar? - o garoto que havia rejeitado Ray disse se sentando ao meu lado.
- Ér... Não sou boa em dança. - disse.
- Duvido...Está acompanhada? - ele perguntou.
- Sim... Quer dizer, eu vim com a minha amiga, só. - disse disfarçando com uma risada boba.
Então Glad You Came começou a tocar, eu amava aquela musica.
- Fiquei com vontade de dançar, vamos? - perguntei o puxando para a pista.

Eu estava um pouco bêbada, dancei do meu jeito, não dei a minima se estava sendo totalmente ridicula, pouco me importava.
- Qual seu nome? - ele perguntou se aproximando por causa da musica alta.
- Marie. - disse em seu ouvido.
- Sou Enrique, prazer! - ele disse em resposta.

Continuamos a dançar, ele me puxava pra perto mas eu logo me afastava só de sacanagem. Logo após começou a tocar Great Times, outra musica que eu adorava.

Estava cada vez mais solta, a musica agora estava me movimentando pra mais perto de Enrique. Ele apertava minha cintura me deixando cada vez mais excitada, desejando o corpo dele junto ao meu. Derepente eu comecei a me sentir um pouco tonta e, resolvi me sentar. Enrique me acompanhou, nos sentamos, e ele começou a passar sua mão no meu rosto, logo depois foi para as minhas coxas, quando me dei conta já estavamos nos beijando, ao som de All Around The World, ele brincava com minha lingua como numa sintonia perfeita.

- Precisamos ir, AGORA, Marie. - Ray disse me puxando.
- Espera... - peguei meu celular e anotei o numero de Enrique e, com um breve beijo nos despedimos.
Ray me puxou e então fomos embora.
- Porque a pressa? - perguntei.
- Eu to devendo um dinheiro pra um cara e, ele tá me perseguindo agora. - ela disse bufando.
- Porque você não paga ele?
- Ah claro, vou lá no banco sacar uns 8 mil dólares da minha conta, Obrigada viu, porque não pensei nisso antes? - ela disse ironicamente.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Capítulo 1 - 22


Acordei com o ruído incômodo de um telefone tocando insistentemente, despertei ao ouvir meus próprios grunhidos numa tentativa inútil de dizer alô.
Reconheci voz aguda de Demi gritando do outro lado da linha:
- Marie! Onde está? Cheguei no ponto de onibus já faz 5 minutos.
- Que horas são? - perguntei sonolenta.
- Dez pro meio-dia. Liguei quando acordei e também quando sai de casa. Onde você estava?
- Dormindo - respondi, e ela sabia que um telefonema nem sempre era o suficiente para me fazer abrir os olhos.
Despedi-me com um "até já", pulei da cama, tomei um banho frio.

Caminhei até o ponto e me sentei no banco me perguntando onde Lovato estava, na esquina havia uma caféteria onde talvez ela poderia estar, fui até lá mas não a encontrei, então me sentei em uma das mesas enquanto olhava para o ponto esperando pelo onibus, Joseph, o garçom, me serviu como de costume, pedi um sanduíche de salame com queijo provolone no pão francês e um café expresso, curto e amargo, sem açúcar.
- Novidades? - ele perguntou.
- Nenhuma, mas, você sabe se o onibus pra escola já passou?
- Não sei, desculpe.
- Tudo bem.

O céu estava azul, um azul que só existe em maio. Peguei um táxi e fui direto para a escola, infelizmente hoje havia prova por isso não poderia faltar, cochilei alguns segundos durante o percurso. Entrei na escola, no quinto andar, Demi me saudou com o irônico e inevitável bom-dia. Flagrei Ray no banheiro das garotas junto de um rapaz. Isso era um bom sinal.

Havia um ano que eu estudava com Miley Ray, a galinha da escola, como era conhecida.

Ela disse um "Oi" interrompido pelos seus beijos junto ao garoto que ali estava, usei o banheiro e enquanto lavava minhas mãos, Ray diminuiu o volume de seu celular, o garoto já havia saido de lá.
- Quer? - ela disse estendendo um cigarro em minha direção.
- Quantas vezes tenho que dizer que eu não fumo?
- Você é muito brega Marie, mas eu ainda gosto de você. - ela disse dando uma risada.
- Eu não sou brega, só quero meu pulmão livre de...cigarro. - falei.
- Isso se chama ser brega querida. - ela disse e, depois de uma longa tragada, apagou o que restava da cigarrilha. - Vem comigo. - ela disse me puxando.

Fomos até a sala da professora Cíntia de Ciências.
- Oque viemos fazer na sala da professora? - perguntei.
- Meu cigarro acabou, espero que essa vadia tenha guardado mais.
- Pera...você tem roubado os maços de cigarros da professora? - falei dando uma leve risada.
- Eu não to roubando, eu to só pegando algo sem a dona saber.
Ray e suas frases, pensei, enquanto ela abria uma gaveta, retirava um masso de cigarro e me entregava para que eu segurasse enquanto ela esticava sua mão para ver se havia mais algum maço alí, "Vadia" ela disse fechando a gaveta com agressividade. Saimos da sala devagar e parecendo duas garotas totalmente ingênuas.

Fui a procura de Demi para contar-lhe as novidades, ela estava caminhando pelo colégio com Nick, irmão mais novo de Joseph, o garçom que sempre faz questão de me atender na caféteria. Decidi não interromper, mas logo ela me avistou, se despediu dele e caminhou até mim.
- Hum, estava conversando sobre o que com Nick? - eu disse sorrindo maliciosamente.
- Nem vem, você sabe como ele é, só quis saber sobre a prova, aff! - Demi disse desapontada enquanto guardava alguns de seus livros que não usaria nas 3 primeiras aulas.
- Você deveria parar de pensar nele, ele aparentemente não quer nada com nenhuma garota daqui. - disse.
- Eu não consigo entender, qualquer garoto aqui ficaria feliz de me ter como namorada. - ela disse encostando sua cabeça em seu armário.
- Ah, antes que eu me esqueça...Eu preciso te contar uma coisa.
- Você não tá gravida, tá? - ela perguntou num tom de gozação.
- Claro que não Demetria. - disse dando uma risada. - Eu to namorando.
- Tá brincando?! Marie, quem é o sortudo? Eu preciso conhecer. - ela disse quase surtando.
- Não tem como você conhecer ele...
- Como não? Eu sou sua melhor amiga, eu preciso conhecer seus namorados, preciso saber de tudo!!
- Você não entendeu, não tem como você conhece-lo porque ele é virtual. - disse, então Demi começou a gargalhar sem parar, olhei ao redor e as pessoas estavam aparentemente assustadas com a gargalha de Demi, que simplismente É assustadora. - Para Demetria.
- Você é tão brega, Marie. - ela disse ainda rindo.
- Eu NÃO sou brega, pelo amor de Deus, ninguém me entende.
- Ah - ela suspirou parando com sua risada exagerada - Amiga, namoro virtual é uma coisa tão... falsa, não tem como você se apaixonar por alguém que nunca viu.
- Eu não disse que estava apaixonada, até porque ele é fake, quer dizer, nós somos fakes. - e então Demi começou a gargalhar novamente como uma doida, desisti e sai andando fingindo que não a conhecia, mas Demi correu atrás de mim.
- Tá bom, Marie, parei, é que, isso é muito ridi... - olhei para ela já com raiva de seu comportamento. - Esquece, foi mal, tá?
Fiquei alguns segundos sem respondeu até que senti a desecidade de contar.
- Tá bom, eu não to apaixonada por ele ainda, mas eu to gostando muito dele.
- Você pelo menos sabe algo sobre ele de verdade?
- Sim, ele tem dezoito anos e está se aprofundando na carreira de artista.
- Só? Qual o nome dele? - ela perguntou.
- Ele me disse apenas seu sobrenome, disse que queria fazer misterio, awn.
Demi não se conteve e deu uma risadinha, deixei passar em falta. - E qual o sobrenome dele? - ela perguntou.
- James. - disse com um sorriso no rosto.
- Meu Deus, você tá apaixonada!!! - ela gritou.
Ray se aproximou de nós. - Marie tá apaixonada? - ela perguntou.
- Não! - disse.
- Sim!! - Demetria insistiu.
- Eu não acredito, agora fudeu de vez. - Ray disse.
- Gente, dá pra parar de falar sobre isso? Meu irmão tá bem alí, não quero ele me zuando.
- Falando no seu irmão... - Ray disse e saiu caminhando até Nathan.
- Você vai deixar? - Demi perguntou apontando.
- Ele tem dezoito anos, ele faz oque ele quiser, não vou me meter mais. - sai caminhando até a sala de aula.